Uma mudança de rumo profissional levou-me a abandonar por uns meses as ruas de Lisboa e conhecer bem melhor as de Madrid...
Agora de volta agradeço o que me ensinaram e o que me deram a conhecer e sigo as minhas aventuras junto ao mar!
OKOK! Ele há filmes que são produzidos para o divertimentos do realizador/produtor/actores, SÓ PODE!
A história é um filme dentro da realização de outro filme, com actores que já estão na decadência e que tentam tudo por tudo para que este não seja mais um falhanço na sua carreira.
É um disparate do princípio ao fim, não tem ponta por onde se lhe pegue! Como é possível tanto disparate junto?
Então olhamos para a humilde lista de actores como Ben Stiller, Nick Nolte, Matthew McConaughey, Jack Black, etc... e outros que aparecem por fracções de segundos como eles próprios, como Tyra Banks, Tobey Maguire, Alicia Silverstone, entre muitos outros.
E quando observamos que o Ben Stiller é actor, realizador, argumentista, ou seja lança os foguetes, faz a festa e apanha as canas, e que tem este elenco só podemos chegar a conclusão que todos se divertiram para realizar este filme e que esse era o objectivo.
Ainda mais divertido foi eu não saber nada sobre o filme, estar distraída no principio do filme e não perceber que este senhor:
é este senhor (a mio do filme muito orgulhosa descobri sozinha!):
E como também não sabia que este senhor entrava no filme (pena não haver uma fotografia da personagem no filme para verem como não é fácil descobrir quem é):
não sabia, que na realidade, era este senhor:
Muito original, deu para rir bastante! Realmente o Ben Stiller tem muita piada, bem como o Jack Black. Se soubesse, não o teria visto no cinema (uma vez que AINDA NÃO vi o Batman), mas sem dúvida em DVD.
Tudo começou quando quiseram diminuir o número de empregados nos balcões e começaram a cobrar por levantaram dinheiro dentro do banco, incentivando ao uso das caixas multibancos. Mas aí havia uma opção, agora não é o caso.
Podem assinar esta petição para protestar contra o pagamento de uma taxa de 1,5€ por levantamento feito. Não demora nada e pode contribuir para pôr um travão nisto.
A casa de turismo rural...As praias da costa vicentina... primeiro a dos 107 degraus: As formações quando a maré está vazia da Praia de Brejo Largo... O pôr de sol sempre espectacular com o mar por perto...A porca que já escapou 4 vezes ao seu suposto destino. Agora está a espera de leitões de um javali com que fugiu...A cabra 365... uma descarada esperta...Outra descarada a ver se cai qualquer coisa da mesa...
Durante uns dez dias tive no messenger a mensagem "Ainda gostam de fazer anos?"
Alguns perguntar se me pesava ficar mais velhinha, outros entenderam com isto que eu não gosto de fazer e outros ainda responderam que sim porque gostavam de receber presentes.
Passo a explicar a razão da minha pergunta:
Não é que eu não goste de fazer anos, é claro que adoro receber presentes, mas o "fazer anos" deixou de ter aquela importância, já não conto os dias meses antes de acontecer, já não durmo ansiosa na véspera e já não organizo jantaradas (também não organizei muitas).
A isto podemos chamar crescer, já ser algo de "rotineiro" (infelizmente) e já não trazer tanta excitação.
Eu dispenso as festas, pessoalmente acho que não compensa o trabalho que dá.
Mas não passá-lo com quem se gosta é que é pior. Tive oportunidade de almoçar com o meu pai, jantar com o lado materno e com a minha best friend e passar um bom serão com todos. Só faltou o mais que tudo cuja falta se tentou compensar na véspera e à meia-noite. Que me desculpem os amigos, mas isto vale mais do que as jantaradas e beber um copo!
Também sei que gozo igualmente se fôr qualquer outra pessoa à volta da mesa a fazer anos, tirando o pequeno detalhe dos presentes, que dá muito gosto dar, mas receber ainda mais, especialmente quando foram fantásticos como este ano!
Uma planta em flor foi o presente que mais me "enterneceu" não por ser o que é, mas pelo gesto, pela vontade de oferecer algo num dia que essa pessoa dá quase mais valor do que eu! um mimo que me fez sorrir e surpreendeu.
Não senti a falta de os festejar com mais pompa... soube bem tal qual!
Hoje decidi que em vez de ser só sobre mim, era também sobre os meus amigos familiares. Neste dia fui "premiada" várias vezes com os telefonemas de toda a gente que se lembrou que eu existia.
Não sou pessoa de dar muita importância a quem liga e quem não liga. Bem sei que nada tem a ver com o que se lembram ou não de mim. Eu própria sofro do mal de telefonar ou no dia anterior ou no seguinte ou até mesmo não telefonar porque simplesmente não encontrei o momento, por isso acredito que há quem não se lembre mesmo (que também não tem mal nenhum!) e outros que não encontrou o momento e deixou passar o dia.
Agradeço então não só a todos os que ligaram e puderam estar comigo, como aos que não ligaram mas que são meus amigos, lembrando-se ou não! porque existem, com mais ou menos Alzheimer!
Um beijinho a todos (um para cada um!)... aos que estão por perto, aos que estão mais longe, do outro lado do Atlântico (que por acaso já são alguns!) e aqui aos do país vizinho (esses mandaram cartões electrónicos e mails logo a partir das 7h, LÁ!). Carinho especial para uns por ser difícil "cumprir" o horário de cá e para outros pelas mensagens carinhosas que me fizeram sentir especial e querida.
E com esta deixa lamecha vos deixo para ir dormir e acordar um dia mais velha... mas bem amada!
Há fotografias que nunca mais poderemos repetir, como estas...Hoje é mais um dia para pensar na sorte que todos temos. Faz hoje 7 anos que dois aviões embateram contra as famosas torres gémeas, WTC, e outro no pentágono. Atingiram o coração do E.U.A. com várias facadas que abalaram o mundo inteiro.
É verdade que, infelizmente, todos os dias ouvimos que rebentou uma bomba aqui e ali, mas não é a mesma coisa. Igualmente morrem pessoas que não deveriam morrer... todos os dias bombas matam inocentes e tornam difícil alguns países sairem da miséria em que estão afundados, do caos... mas a dimensão e a forma deste ataque foi mais chocante do qualquer outro ataque. Porquê?
O facto de se ter atacado um país intocável, grande potência mundial, um país que não está em guerra em solo doméstico. O facto de ter sido à hora de ponta, um dia de semana, usando aviões contra edíficios cheios de gente e ainda por ter sido uma parte em directo.
Só nas torres morreram 3.045 pessoas, todas inocentes... nem sequer pode se considerar danos colaterais, esse era o objectivo e todos assistimos às imagens.
O que mais me dá a volta ao estomago é saber que muitos morreram sem poderem fugir, por estarem presos no 107º andar por exemplo. Como será saber e esperar? Não quero vir nunca a saber o que podem ter sofrido. É desumano matar pessoas inocentes, é desumano matar tantas pessoas inocentes, é desumano matá-las com tanta crueldade... E se se pensar no objectivo então! Por razões políticas, por vingança, por prova de que se pode abanar um país como aquele. Mas matar tanta gente "to make a point"???
É um dia em que penso na quantidade de pais, filhos, irmãos, amigos, maridos e mulheres morreram naquele dia. Mas também um dia em que penso na quantidade de outros que morrem e não sabemos!
Podiamos desligar a televisão para não ficar tão incomodados, mas não o fazemos. Estranhamente há sempre uma curiosodade mórbida de saber um pouco mais... mas já sabemos tanto! Para quê ouvir mais testemunhos de quem perdeu tudo, ouvir mais teorias de como tudo acontedceu e porquê?? E ainda aqueles documentários que apoiam teoria de conspiração internas.
Foi horrível o que aconteceu, é difícil não se deixar emocionar. Estamos no século XXI, tantas atrocidades se fizeram e ninguém aprende???
Não ninguém aprende e ninguém se arrepende... prova disso foi o 11 de Março em Madrid...
A Time out ofereceu um bilhete e fomos ao cinema. Andava a adiar ver este filme por saber a volta ao estomâgo que me ia dar, sendo descrito como "A cidade de Deus" vista pelo lado da Polícia. Mas é dos poucos filmes em exibição que vale a pena ver, seguido do Panda Kung Fu para crianças e adultos que eu já vi e do Batman, que tenho vontade de ver mas de conteúdo tem muito pouco ou mesmo nada.
Mas finalmente fui ver. Deu-me mesmo a volta ao estomâgo, mas é um filme excelente.
Viver assim não é pêra doce, tanto de um lado como do outro. Não sei até que ponto o retrato é fiel, mas parece e... assusta. Corrupção, droga, armas e medo pela vida é o que não falta neste filme. Apesar de violento, sugiro vivamente. É dos poucos filmes agora em exibição que vale a pena ver.... e aprender.
E finalmente, mas não num tom farto, as férias acabaram na costa vicentina, mais precisamente entre Vila Nova de Milfontes e a Zambujeira.
Ficámos num turismo rural óptimo, com perspectivas de se tornar ainda melhor. A Herdade da Estacada, de um casal com quatro filhos, fica no meio do nada. Uma casa com um salão para o convívio óptimo, uns quartos super confortáveis, uma piscina biológica suficientemente grande para se confundir com um lago, com deck e cadeiras muito apetecíveis.
Um dos detalhes a melhorar e parece que já está a ser tratado, é que não há jantares. E como fica no meio do nada, tem de se pegar no carro todos os dias para ir jantar. Algumas vezes apetecia mais ficar do que sair, se bem que comemos muito bem durante toda a estadia. E a avaliar pelo pequeno almoço, os jantares prometem...
De destacar ainda a companhia da cabra 365 e da porca gigante que fizeram os nossos dias um pouco mais divertidos!
O Party & Co, os ralis, a aula de alongamentos, o pão alentejano, o pão de ló e bolo de chocolate do pequeno-almoço, o molho das ameijôas, a companhia familiar do pai e irmã e respectivos e muito mais, fizeram desta etapa das férias uns dias memoráveis. A repetir sem dúvida!
O terceiro livro, como se previa não desilude. A leitura que anda a deixar a população adolescente histérica supera as expectativas... só um pequeno detalhe fica pendente de livro para livro!
Enquanto lia estes três volumes, fui descobrindo mais sobre a escritora, os seus projectos e os projectos de Hollywood.
O primeiro livro foi adaptado para o cinema e estreia nos EUA em Novembro. Por cá, dizem que será em Janeiro.
Ja tendo lido o livro, o trailer não parece desapontar. A maior parte das cenas são tal e qual como as imaginei o que prova o poder descritivo de Stephenie. Mas, apesar de descrever, à exaustão e várias vezes, as personagens ao longo dos três livros, há personagens do filme que não são nada como as imaginava. Não porque estão diferentes do que descritas no livro, mas porque na minha cabeça visualizo-as assim.
Quem acho que fica mesmo a perder é Edward, supostamente "um ser de uma beleza de doer"... este actor que, evidentemente é giro, mas não é um Deus, está aquém...
Volto a dizer que esta leitura é orientada a um público jovem, pelo que não pensem que estou louca quando virem o trailer. Eu já entrei neste mundo adolescente... e vocês? Quem não entrou mas pensa entrar, não veja o trailer, não veja os vários videos das filmagens que se podem encontrar! É tão bom ter a cabeça vazia de imagens fabricadas pela câmara e ler pelo menos o primeiro livro!
Eu não li muitos livros e sobretudo não os li depois de ver o filme, pelo menos que me lembre. Não gosto. O primeiro filme que li primeiro e depois vi o filme foi o "Código da Vinci". Adorei a experiência de imaginar primeiro e ver depois! Sei que muitas vezes o resultado desilude, mas eu vou com a cabeça preparada para um filme e não um livro.
Mais do que pelo filme, espero ansiosamente pelo quarto e supostamente último livro desta saga! Foi posto à venda do EUA dia 2 de Agosto, com muitas festas organizadas em vários pontos do país.
Não há ainda data para a publicação em português :(
A segunda etapa destas férias foi Em Monte Gordo com a família do "mais que tudo".
A casa perto da praia, os amigos de Lisboa todos lá, umas praias jeitosas e vazias pertinho, as bolas de berlim quentinhas e fofinhas, os jantares em Espanha (as puntilhitas... HUMMMM!), os livros, os sobrinhos dele encheram estes 12 dias.
A parte nocturna daquela zona é que é muito fraquinha. A discoteca Pool, num sítio gírissimo com tudo para ser espectacular... com uma música de.... bom não vou dizer palavrões. O DJ era um puto que não tinha mais de 18 anos que fez questão de não mudar o registo, "é a minha marca" ou lá o que ele dizia. Só que a marca dele é uma misturada electrónica insuportável... estes meninos famosos acham-se o máximo.
A novidade deste ano foi o Manta Rota Beach Club, da Maya, ao qual não fui e não tenciono ir. Outra foleirada...
O que vale é que os dias, os jantares e as bolas de berlim compensaram pelas noites que tiveram de ser baseadas na leitura!
Não consegui ir para o Algarve sem levar o resto da saga dos vampiros. Li o segundo ainda mais rápido que o primeiro, mas pelo menos não tão ansiosa para ler o terceiro, não por não ser tão bom, mas porque não ficou tanta coisa "pendente".
Neste segundo, para além dos vampiros e da ardente paixão entre uma humana e um vampiro, começa-se a conhecer a história dos lobisomens. Adorei as lendas contadas para explicar o aparecimento dos lobisomens, bastante convincente. É preciso ter uma imaginação fértil para escrever tanto enredo, histórias e historietas!
Gostaria de comentar certas partes do livro, mas prefiro não arriscar e estragar a leitura a alguém. Agora o terceiro...